Olá!!! Depois de muito tempo sem passar por aqui, estou de volta. Como sempre digo, gostaria muito de estar mais assíduo aqui, mas infelizmente os dias são sempre muito corridos. Venho aqui sempre que sinto que preciso compartilhar algo. Talvez eu consiga te abençoar de alguma forma através das minhas experiências. Estava refletindo sobre o mundo em que nós vivemos hoje e em como ele valoriza coisas tão banais. Se pararmos para reparar, a nossa sociedade a cada dia mais e mais tem exercido uma influência maior sobre todos nós. Seus parâmetros, seus ideais de perfeição... E o mais engraçado, é que a pesar de muitas vezes não concordarmos com eles, estamos em uma luta diária para nos enquadrarmos neles. Nestes padrões tão enganosos. Refletindo pude perceber que uma das coisas em que a sociedade mais se empenha em adequar as pessoas está relacionada à estética, ao ser. Você precisa ser, precisa ter, precisa usar. Ser bonito (a), ter dinheiro, usar as melhores roupas. Saímos da psicologia que nos fala sobre a aceitação de si mesmo, para entrarmos num ciclo vicioso de se adequar aos padrões. E tantas e tantas pessoas sofrem por não se enquadrarem nesses padrões, e tantas outras sofrem por se enquadrarem. São dois lados de uma só moeda. De um lado, os que não se enquadram. Querem se vestir bem, ser mais magros, mais fortes, mais chiques, mais tanta coisa. Porém, não podem ou não conseguem. E ali começa um ciclo de frustração sem fim. Por que por mais que eu tente me enquadrar, eu não posso financeiramente. E se eu acaso pudesse financeiramente, não consigo esteticamente. Preciso de plásticas, lipos, malhar, parar de comer... E com isso deixamos de nos amar como somos. Como fomos feitos pelo criador. È muito claro pra todos nós que os bons hábitos tanto alimentares quanto no que se diz a vestimenta devem ser mantidos. Se vestir bem não significa se enquadrar à moda. Ser bonito não significar parar de comer e sim ter uma alimentação mais saudável. E de outro lado temos aqueles que conseguem se enquadrar. Fazem dívidas para manter a aparência, para serem aceitos. E estão tão infelizes quanto aqueles que não se enquadram, pois sabem que só são aceitos por que “tem”, “fazem” ou “são”. E assim o mundo vai caminhando... Os “feios” namoram os “feios”. E as “lindo” os mais “lindos” E a verdade é: Todos nós queremos o melhor pra nós. Ninguém quer para si o pior. Mas, qual o padrão de melhor ou pior que temos? As aparências enganam. Sempre. Nem tudo o que reluz é ouro. Tantas pessoas estão “lindas” e enquadradas no modelo “ideal” que nos apresenta a sociedade, mas estão tão podres e destruídas por dentro. Se ame como você é. Mude seus hábitos? Sim. Mas somente para se estar bem consigo mesmo. Você, com tanto carinho foi formado. Não se perca e não se iluda com este mundo que um dia vai passar. Confesso que muitas vezes quis sim me enquadrar. Estar dentro dos padrões. Mas aprendi que sempre existe um pé torto pra um sapato velho. E quem nem sempre aquilo que parece bom, é bom de verdade. Me lembro de uma vez em que fui à casa de uma amiga, e chegando lá ela me ofereceu. Uma coisa chamada Ambrósia. Tinha uma aparência tão boa que pedi para experimentar. É feita de ovo. Aff!!! Detestei. Não me agradou. Estranhei: Mas parecia tão bom! Talvez se algum dia você vier a experimentar até goste, mas para mim, não serviu. Pense nisso e seja mais feliz, assim, do jeitinho que você é. Bom, acredito que meu recado foi dado. Fico por aqui e espero voltar em breve. Um grande abraço e até em breve.
domingo, 23 de maio de 2010
Ame a você mesmo!!!
Olá!!! Depois de muito tempo sem passar por aqui, estou de volta. Como sempre digo, gostaria muito de estar mais assíduo aqui, mas infelizmente os dias são sempre muito corridos. Venho aqui sempre que sinto que preciso compartilhar algo. Talvez eu consiga te abençoar de alguma forma através das minhas experiências. Estava refletindo sobre o mundo em que nós vivemos hoje e em como ele valoriza coisas tão banais. Se pararmos para reparar, a nossa sociedade a cada dia mais e mais tem exercido uma influência maior sobre todos nós. Seus parâmetros, seus ideais de perfeição... E o mais engraçado, é que a pesar de muitas vezes não concordarmos com eles, estamos em uma luta diária para nos enquadrarmos neles. Nestes padrões tão enganosos. Refletindo pude perceber que uma das coisas em que a sociedade mais se empenha em adequar as pessoas está relacionada à estética, ao ser. Você precisa ser, precisa ter, precisa usar. Ser bonito (a), ter dinheiro, usar as melhores roupas. Saímos da psicologia que nos fala sobre a aceitação de si mesmo, para entrarmos num ciclo vicioso de se adequar aos padrões. E tantas e tantas pessoas sofrem por não se enquadrarem nesses padrões, e tantas outras sofrem por se enquadrarem. São dois lados de uma só moeda. De um lado, os que não se enquadram. Querem se vestir bem, ser mais magros, mais fortes, mais chiques, mais tanta coisa. Porém, não podem ou não conseguem. E ali começa um ciclo de frustração sem fim. Por que por mais que eu tente me enquadrar, eu não posso financeiramente. E se eu acaso pudesse financeiramente, não consigo esteticamente. Preciso de plásticas, lipos, malhar, parar de comer... E com isso deixamos de nos amar como somos. Como fomos feitos pelo criador. È muito claro pra todos nós que os bons hábitos tanto alimentares quanto no que se diz a vestimenta devem ser mantidos. Se vestir bem não significa se enquadrar à moda. Ser bonito não significar parar de comer e sim ter uma alimentação mais saudável. E de outro lado temos aqueles que conseguem se enquadrar. Fazem dívidas para manter a aparência, para serem aceitos. E estão tão infelizes quanto aqueles que não se enquadram, pois sabem que só são aceitos por que “tem”, “fazem” ou “são”. E assim o mundo vai caminhando... Os “feios” namoram os “feios”. E as “lindo” os mais “lindos” E a verdade é: Todos nós queremos o melhor pra nós. Ninguém quer para si o pior. Mas, qual o padrão de melhor ou pior que temos? As aparências enganam. Sempre. Nem tudo o que reluz é ouro. Tantas pessoas estão “lindas” e enquadradas no modelo “ideal” que nos apresenta a sociedade, mas estão tão podres e destruídas por dentro. Se ame como você é. Mude seus hábitos? Sim. Mas somente para se estar bem consigo mesmo. Você, com tanto carinho foi formado. Não se perca e não se iluda com este mundo que um dia vai passar. Confesso que muitas vezes quis sim me enquadrar. Estar dentro dos padrões. Mas aprendi que sempre existe um pé torto pra um sapato velho. E quem nem sempre aquilo que parece bom, é bom de verdade. Me lembro de uma vez em que fui à casa de uma amiga, e chegando lá ela me ofereceu. Uma coisa chamada Ambrósia. Tinha uma aparência tão boa que pedi para experimentar. É feita de ovo. Aff!!! Detestei. Não me agradou. Estranhei: Mas parecia tão bom! Talvez se algum dia você vier a experimentar até goste, mas para mim, não serviu. Pense nisso e seja mais feliz, assim, do jeitinho que você é. Bom, acredito que meu recado foi dado. Fico por aqui e espero voltar em breve. Um grande abraço e até em breve.
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